Ouvimos cada vez com mais frequência que as empresas sustentáveis serão as mais rentáveis; mas o que é que isso significa realmente? Como é que uma organização pode tornar-se sustentável? E, acima de tudo, por que razão deveria fazê-lo?
Comecemos pelo início. Foi em 1987 que o desenvolvimento sustentável foi mencionado pela primeira vez no Relatório Brundtland. Este documento analisou o impacto ambiental da industrialização e do crescimento populacional no desenvolvimento económico e na globalização, e começou a procurar possíveis soluções para mitigar as consequências.
Mais tarde, em 2015, a Assembleia Geral das Nações Unidas estabeleceu os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), juntamente com 169 metas, sob o nome de Agenda 2030, que se tornou um roteiro e um desafio para a sociedade em geral e, em especial, para as empresas.
Até muito recentemente, tudo o que se relacionava com este aspeto estava integrado na área da RSE em muitas organizações; e parece haver uma procura crescente para que seja considerado uma parte ativa e relevante da estratégia empresarial. De acordo com a Rede Espanhola do Pacto Global, 80 % das empresas estão comprometidas com a Agenda 2030; mas apenas 24 % delas definiram e estabeleceram compromissos específicos que possam ser medidos.
É, portanto, evidente que chegou o momento de as empresas assumirem um compromisso real e agirem como verdadeiros agentes de mudança, contribuindo para um planeta mais sustentável, seguro e próspero.
Conforme referido no relatório da Deloitte «2030 Purpose: Good Business and a Better Future», nos últimos anos, alguns dos principais estudos académicos estimam que as organizações que se comprometeram com a Agenda 2030 superaram os seus concorrentes no mercado bolsista em 11%.
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